A ARTE, O HOMEM E O MUNDO
O resgate da memória de pintores inéditos do neoclassicismo brasileiro do século XX

Fernando Figueirinhas


22x30cm
84 páginas

 

R$ 82,00

ISBN - 978-989-51-0603-5

 

 

 

Fecha-se uma lacuna nas artes plásticas brasileiras e faz-se justiça aos pintores esquecidos do neoclassicismo brasileiro.
Os artistas que ora apresentamos, nasceram nos primórdios do séc. XX, vindo a atingir o apogeu artístico por volta dos anos 50. Enquanto que, a maioria dos artistas plásticos tentava livrar-se da tendência acadêmica, acompanhando os modernos movimentos da Europa, e influenciadas pela Semana de Arte Moderna de 1922, em São Paulo, surgiram casos isolados de outros, completamente alheios à nova tendência, permanecendo fiéis aos seus ideais de arte, apesar de repudiados pela crítica e relegados a um plano menor por parte do público. Propiciava-se então, a necessidade de criar dentro do já “criado”, esmerando-se na qualidade pictórica de uma forma incontestável, Esta era a única alternativa de sobrevivência para estes mestres e artistas, surgiram nomes como Oehlmeyer, Baroni, Scavone, Cardarelli, Mecatti, Dadalti, Manlio Moretto e outros, “produzindo” arte para eles próprios e fiéis aos seus pincéis.

Uma obra de valor histórico, acadêmico e didático
Além dos pintores e de suas obras ricamente ilustradas neste livro, Figueirinhas acrescenta ao seu livro capítulos de enorme valor didático e acadêmico, como: “A Arte e o Belo”, “A Pintura no Brasil – Contextualização e Retrospectiva” e “Atribuição de Valor a uma Obra de Arte Acadêmica”, fazendo com que a obra deixe de ser apenas um registro de uma época, mas que apresenta as artes plásticas como um todo, voltados a quem busca um maior conhecimento sobre a arte pictórica.

A presente coletânea permite, pela primeira vez, mostrar ao público a obra dos artistas realistas desconhecidos que marcaram definitivamente a História do Realismo Contemporâneo Brasileiro. Fernando Figueirinhas

Que aqui os ditos “pintores esquecidos”, estando entre nós neste mundo ou não mais, não velam mais as suas lindas obras engavetadas por uma atroz distração. J.F. Regis de Morais